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A Evolução da Nutrição na Pecuária e o Poder da Extrusão (Matéria Completa)

CONTEXTO HISTÓRICO

O papel da pecuária no desenvolvimento humano é indiscutível, além de prover alimentos os animais sempre foram uma importante força de trabalho e meio de transporte. Após a revolução industrial em 1750 a concentração de pessoas nas cidades começou a aumentar exponencialmente (UFG, [201-?]).

 

As melhores condições sanitárias e o aperfeiçoamento do combate às doenças levaram a um enorme crescimento, tanto populacional como na produção de alimentos no mundo. Em 1798, o economista britânico Thomas R. Malthus, publicou a primeira obra que tratava sobre o possível descasamento entre o crescimento populacional e a capacidade de produção de alimentos no mundo. No entanto, a chamada Revolução Verde que se iniciou na década de 1950, trouxe o desenvolvimento de novas sementes, mecanização e práticas agrícolas que levaram a uma falsa sensação de que o problema havia sido resolvido (RICKLEFS, Robert apud. WIKIPEDIA, 2016).

 

Nosso artigo “Quem são os pecuaristas do futuro” explica um pouco sobre as tendências do crescimento populacional até 2050 e o que acontecerá com a demanda de alimentos, principalmente por fontes de proteína, como carne e derivados de leite, que devem passar a ter uma participação maior na cesta básica da população em relação aos cereais. Existe uma enorme oportunidade para o Brasil realmente se consolidar como o “celeiro do mundo”, mas é sabido que o avanço tecnológico que tivemos na agricultura ainda não se consolidou na pecuária, já vemos produtores com bons índices de produtividade, mas nada é tão bom que não possa ser melhorado e, infelizmente, isso ainda não é a realidade do país como um todo.

 

Em entrevista concedida ao canal Terra Viva, Maurício Lopes, presidente da EMBRAPA, conta sobre o avanço que tivemos nas últimas décadas, principalmente nas áreas de genética, inseminação, manejo, controle sanitário e recuperação de pastagens degradadas. Também fala sobre o potencial que a pecuária brasileira tem para atingir um altíssimo padrão, manter-se competitiva e comparável com os países mais avançados, mas ressalta que as melhores práticas ainda não estão devidamente disseminadas, que existe uma falta de técnicos qualificados para dar assistência ao produtor, e que estes fatores são essenciais para atingirmos um modelo de produção sustentável no país.

 

Segundo Maurício, daqui para frente iremos cada vez mais ouvir o termo intensificação sustentável, o modelo de pecuária extensiva em pastagens de baixa produtividade deve ser convertido em sistemas integrados que permitem o crescimento vertical, ou seja, aumento de eficiência, produtividade e sustentabilidade sem aumento de área para produção (LOPES, Maurício. 2014).

 

O chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, afirma que 95% da produção de carne no Brasil é sob pastagens, que 80% do rebanho é de corte e apenas 5% é produzida sob sistema de confinamento. Segundo ele, esses dados embasam a importância da nutrição e o impacto que a evolução desta ciência pode ter sobre toda a cadeira produtiva de carne e leite no Brasil (EMBRAPA, 2015).

 

A década de 1960 foi de extrema importância para a nutrição de ruminantes, já haviam estudos sobre aminoácidos, vitaminas e minerais na nutrição animal, mas entre 1962 e 1963 foram desenvolvidas as primeiras análises da digestibilidade dos ingredientes “in vitro”, simulações do funcionamento da digestão ruminal feitas em laboratório,  com a possibilidade de excluir as variáveis externas (MIRANDA & UFG, 2015). Em 1967, com a obra “Uso de detergentes na análise de alimentos fibrosos” o pesquisador Van Soest, autor de várias literaturas fundamentais na formação dos Zootecnistas, mudou os conceitos de análise de fibra e formou a base de como as formulações são feitas até os dias de hoje, claro que houveram melhorias e ajustes nos modelos ao longo do tempo, mas ainda existe uma discussão no meio acadêmico sobre a melhor forma de medir a digestibilidade dos ingredientes (SOEST, Van. 1992).

 

NUTRIÇÃO CONVENCIONAL: RAÇÃO FARELADA E PELETIZADA

Um técnico com conhecimento na área de nutrição contribui muito com a maximização do lucro da propriedade pois é capaz de identificar as estratégias de manejo que irão alcançar maior eficiência alimentar e econômica. As possíveis combinações de ingredientes são infinitas e variam muito nas diversas regiões do país, com os conceitos claros esse profissional consegue ter flexibilidade para buscar sempre a dieta que irá oferecer o máximo de desempenho ao menor custo, mas sem perder de vista todas variáveis que afetam o lucro, às vezes uma pequena redução do ganho absoluto por animal, por exemplo, pode permitir uma maior taxa de lotação, resultando em maior lucro para a propriedade.

ração farelada é justamente uma combinação de ingredientes disponíveis na região, que são moídos e misturados, depois ensacados no caso de serem processados por uma fábrica, formando o concentrado que é adicionado no cocho dos animais junto ao volumoso.

 

ração peletizada é quando após o processo de dosagem, moagem e mistura da ração farelada, os ingredientes passam por um condicionador com umidade e temperatura, entre 75ºC a 85ºC. Em seguida, passam por uma câmera de compressão que força a passagem do produto por matrizes com pequenos furos e formam os peletes, que por fim são resfriados, e ensacados para transporte.

 

Existem muitos artigos e estudos que comprovam alguns benefícios da ração peletizada, alguns concluem que os benefícios não cobrem os diferenciais de custo, mas não se deve generalizar os resultados, é um produto já consolidado no mercado com produtores obtendo bons resultados com o uso desta tecnologia.

 

No entanto, nestes dois processos, apesar de terem as propriedades um pouco alteradas na peletização, cada ingrediente mantém suas caraterísticas originais, o milho continua sendo milho, a soja continua sendo soja e assim por diante. A taxa de fermentação dentro do rúmen é mantida ou pouco alterada, e as bactérias precisam de proteínas, fibras e energia ao mesmo tempo para produção máxima, mas como cada ingrediente tem um determinado tempo de degradação isso não ocorre de forma sincronizada e, deste modo é necessário um grupo específico de bactérias para digerir cada um dos componentes da dieta.

 

Esse fator explica por exemplo, a alta taxa de desperdício de milho que saem nas fezes em dietas de grão inteiro, uma vez que, por apresentar características fermentativas diferentes dos outros nutrientes presentes na dieta, as bactérias do rúmen  não conseguem atuar de forma eficiente na degradação do alimento, ocasionando assim baixo aproveitamento pela microflora ruminal, o que gera desperdício e maior liberação de gases nocívos ao meio ambiente.

 

Alexandre Pedroso, consultor associado da Cowtech, cita em entrevista postada no Milk Point que na área de nutrição tem surgido muitas novidades, desde novos aditivos até novos equipamentos e softwares utilizados para formulação de dietas. No entanto, em conformidade com a colocação de Maurício Lopes, acima, diz que faltam técnicos capacitados, com foco na solução de problemas, geração de lucro e entendimento das particularidades de cada propriedade (PEDROSO, Alexandre. 2014).

 

“Eu viso sempre a preservação da saúde das vacas. Não podemos ter visão de curto prazo, focando em uma ou duas lactações apenas. Quanto custa repor uma boa vaca? É fundamental fazer com que cada vaca do rebanho dê o maior retorno possível, tanto em leite como em crias. […] A eficiência produtiva da fazenda depende da reprodução e da saúde das vacas, e colocar pressão total nelas é ter visão de curto prazo” (PEDROSO, Alexandre. 2014).

A RAÇÃO EXTRUSADA EM OUTRAS INDÚSTRIAS

Neste contexto, surgiu a ração extrusada para ruminantes. A maioria de vocês deve lembrar que até pouco tempo atrás, apesar do conceito de ração para pet’s já existir há muito tempo, uma grande parte dos cães de estimação ainda eram alimentados com uma mistura de restos de alimentos. Hoje a ração extrusada para cães é uma realidade. A alimentação de pássaros, que é uma mistura de sementes, também já tem uma solução de ração extrusada que tem trazido ganhos para os criadores dado que esse tipo de alimentação evita a seleção e garante o correto balanceamento da dieta. E por último, Eduardo Ono, engenheiro agrônomo da Comissão Nacional de Piscicultura, em parceria com Sarah Oliveira, zootecnista da Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, falaram sobre o impacto da ração extrusada na aquicultura:

“As rações industrializadas para organismos aquáticos existem há, pelo menos, duas décadas no país, sendo que as primeiras rações extrusadas comerciais para peixes começaram a ser disponibilizadas aos produtores no início dos anos 90. O uso das rações extrusadas para organismos aquáticos no país é, por muitos, considerado mais um marco histórico na produção aquícola, principalmente de peixes. E, com o passar dos anos, as vantagens do uso deste tipo de ração passaram a ser mais do que conhecidas pelos produtores e técnicos que atuam na área. Num passado não muito distante, os piscicultores não tinham muitas opções quando da escolha da ração a ser utilizada nos seus empreendimentos, pois eram poucas as indústrias que investiam na produção de uma linha de produtos de elevado custo, venda incerta e lucratividade duvidosa. Àqueles tomadores de decisão que resolveram investir no segmento nos seus primórdios, devemos o nosso reconhecimento” (ONO & OLIVEIRA,[201?]).

RAÇÃO EXTRUSADA COM FIBRA PARA RUMINANTES

Será que a ração extrusada poderia trazer algum benefício para ruminantes também? Há grupos de pesquisa de alto nível na área de nutrição no Brasil, mas o volume de pesquisas em rebanhos comerciais ainda é pequeno e ainda há muita coisa a ser entendida. A ênfase deve ser na eficiência com que os nutrientes são utilizados, isso envolve a formulação, o manejo no fornecimento, as misturas, condições de armazenamento, a contenção dos desperdícios, entre outros fatores, todos diretamente ligados à eficiência com que os bovinos utilizam os alimentos. É necessário parar de pensar nos alimentos, e pensar naquilo que as vacas precisam, independentemente de onde venha (PEDROSO, Alexandre. 2014).

 

Citações em trabalhos acadêmicos, sobre o impacto da extrusão nas propriedades físico-químicas dos ingredientes que são utilizados na nutrição para bovinos, em sua maioria, falam sobre a melhora na digestibilidade e inibição de fatores antinutricionais. 

 

A extrusão é um processo onde os ingredientes passam por um equipamento fabril que, através de calor e pressão, força os ingredientes a passar por um cilindro, onde no final existe uma matriz com furos de menor diâmetro, que forma o produto final. A grande diferença entre a peletização e a extrusão é que, devido à temperatura acima de 100ºC e pressão, o processo causa o rompimento da parede das células vegetais levando a uma total fusão entre os ingredientes. Esses fatores trazem benefícios concretos e relevantes para a nutrição dos animais:

  • SINCRONISMO: Os ingredientes são praticamente “desmontados” e agregados no processo de extrusão, somando às proteínas, energia, minerais, aditivos e fibras tornando-se um único alimento; o que aumenta a eficiência na fermentação ruminal e resulta em um melhor aproveitamento pelos animais.
  • TAXA DE PASSAGEM: A inclusão da fibra é o grande diferencial do que vinha sendo testado nesta área, ela faz com que a “massa fundida” apresente menor densidade e boie no rúmen ficando próxima do local de maior concentração de bactérias, o MAT ruminal, tornando mais eficiente o processo fermentativo. Além de criar um fator de “arrasto” que faz com que o alimento fique mais tempo no rúmen, tendo maior exposição às bactérias e melhorando a conversão alimentar.
  • AMBIENTE RUMINAL: O correto equilíbrio dos ingredientes, liberados dentro do rúmen de forma sincronizada, ou seja, na hora que o animal precisa, na quantidade que ele precisa, cria um pH ótimo, melhorando o ambiente ruminal sem a necessidade de qualquer “tamponante”.
  • DIGESTIBILIDADE DOS INGREDIENTES: O processo de extrusão melhora a qualidade de todos os ingredientes com a questão da quebra das paredes celulares, de fato aumentando a digestibilidade, quando transforma alimentos de médio a bom aproveitamento em alimentos superiores.

 

Os benefícios para os índices zootécnicos são muitos, sem contar a isenção do risco de desmistura que torna a formulação muito mais, em alguns casos consegue-se substituir totalmente as fontes de fibras das dietas dos ruminantes, liberando áreas de pastagem para outras atividades. O importante como já dito, é olhar o lucro da propriedade como um todo. A nutrição, principalmente quando aliada à tecnologia da extrusão, ataca de frente os dois grandes problemas da pecuária, reduzida e tímida taxa de lotação e a baixa produtividade por hectare.Toda decisão envolve algum risco, mas sem novas atitudes não temos novos resultados.

 

Como todas as novidades há um certo período de maturação do produto no mercado, mas já existem em Goiás, Minas e São Paulo, produtores que deram o primeiro passo, já estão colhendo frutos e tendo resultados, tanto financeiros como operacionais, com ganho em saúde animal e fazendo bem ao meio ambiente com a redução da excreção de nutrientes, que em vez de sobrar nas fezes, vai para o bolso do produtor.

 

Um grande abraço,

Rodrigo B. Samaia
Coordenador de Marketing Nutratta
www.nutratta.com.br  | Ração Inteligente

 

 

FONTES:

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